PESQUISA EM REDE SOBRE A PROFICIÊNCIA DO PENSAMENTO ESPACIAL NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA:

primeiras aproximações

Autores

  • Ronaldo Goulart Duarte Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Carolina Machado Rocha Busch Pereira Universidade Federal do Tocantins
  • Denis Richter Universidade Federal de Goiás
  • Liz Cristiane Dias Universidade Federal de Pelotas
  • Valéria de Oliveira Ascenção Roque Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.46789/edugeo.v11i21.1117

Resumo

Esse artigo é resultado de uma pesquisa em rede que teve como objetivo identificar em que medida os cursos de graduação em Geografia de cinco Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras contribuem para a proficiência do pensamento espacial dos seus estudantes. Essa investigação se estabeleceu a partir de aplicações do instrumento denominado Teste de Aptidão do Pensamento Espacial (Spatial Thinking Ability Test - STAT, em inglês), elaborado por Lee e Berdnaz (2012), para graduandos iniciantes e finalizantes do curso de Geografia, preferencialmente, licenciandos. A aplicação focada nesses dois grupos, destinou-se a identificação de conhecimentos referentes ao pensamento espacial ao longo da formação de futuros geógrafos. Como resultado, a análise global dos dados indica uma diferença de performance bastante modesta entre alunos do primeiro e do quarto ano da graduação em Geografia e um desempenho inferior ao esperado em termos de percentuais de acertos dos dois grupos em competências avaliadas através de situações-problema que entendemos como mais fáceis. Todo esse esforço investigativo assentou-se no reconhecimento de que o pensamento espacial é uma das condições intelectuais fundamentais para que, posteriormente, os alunos venham produzir a interpretação geográfica de situações problematizadas.

Palavras-chave
Ensino de Geografia, STAT, Formação de professores, Inteligência espacial.

 

NETWORK RESEARCH ON SPATIAL THINKING PROFICIENCY IN UNDERGRADUATE GEOGRAPHY COURSES: first approximations

Abstract

This article is the result of a network research that aimed to identify to what extent the undergraduate courses in Geography from five brazilian Higher Education Institutions (HEIs) contribute to the spatial thinking proficiency of their students. This investigation was established through applications of the instrument named Spatial Thinking Ability Test (STAT), elaborated by Lee and Bednarz (2012), for beginners and final-year undergraduate students of the Geography course, preferably, undergraduates. The application focused on these two groups, and was intended to identify knowledge regarding to spatial thinking throughout the training of future geographers. As a result, the global analysis of the data indicates a very modest difference in performance between first and fourth-year undergraduate students in Geography and a lower than expected performance in terms of the percentage of correct answers of both two groups in competences assessed through problem-situations that we understand to be easier. All this investigative effort was based on the recognition that spatial thinking is one of the most fundamental intellectual conditions for, subsequently, students become to produce the geographical interpretation of problematic situations.

Keywords

Geography Teaching, STAT, Teacher training, Spatial intelligence.

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Publicado

2021-11-01

Como Citar

Duarte, R. G. ., Pereira, C. M. R. B. ., Richter, D., Dias, L. C. ., & Ascenção Roque, V. de O. . (2021). PESQUISA EM REDE SOBRE A PROFICIÊNCIA DO PENSAMENTO ESPACIAL NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA:: primeiras aproximações. Revista Brasileira De Educação Em Geografia, 11(21), 05–36. https://doi.org/10.46789/edugeo.v11i21.1117